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A análise de reservas é a avaliação das reservas de custos e prazos a serem alocadas para contingências caso algum problema ocorra futuramente no projeto.

No início do projeto, considera-se os riscos identificados e sua probabilidade e impacto para determinar o valor a ser adicionado no orçamento e o aumento na duração prevista do projeto para contingências.

Uma maneira simples de calcular a reserva de contingência é determinar um percentual em relação ao orçamento (custo) e ao prazo total de uma fase ou do projeto como um todo.

Esse percentual deve ser determinado baseando-se na sua análise qualitativa e quantitativa dos riscos.

 

Durante o projeto, a análise de reservas compara a quantidade residual de reservas (o quanto ainda não foi usado da contingência inicial alocada) com a quantidade de risco restante a fim de determinar se as reservas restantes são suficientes.

 

 

Segundo Fernando Rodrigues Teixeira Dias, em seu livro Gerenciamento dos Riscos em Projetos, pag. 4 do Capítulo 2:

Determinados riscos podem não permitir nenhuma medida preventiva viável ou que seja eficiente em termos de custo e benefício. Nesses casos, a equipe pode elaborar um plano de contingência, isto é, um conjunto de ações que será empregada apenas se o risco ocorrer (i.e., “virar problema”). Planos de contingência recebem uma reserva de orçamento para a sua execução.

Nem todo risco será identificado, e riscos não identificados também podem ocorrer. É recomendável definir uma reserva de contingência de orçamento ou de prazo para os riscos não identificados.

 

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