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Ferramentas de qualidade

Ferramentas exclusivas da área de conhecimento do Guia PMBOK®: Gerenciamento da qualidade do projeto

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Com o intuito de reduzir os custos ao analisar todos os indivíduos de uma população, usa-se um pequeno grupo de indivíduos dessa população para chegar a conclusões sobre toda a população.

A amostragem estatística tem como objetivo fazer generalizações sobre uma população com base nos dados de uma amostra.
A população é o conjunto de todos os elementos sob investigação.
A amostra é qualquer subconjunto da população.

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A Análise de Custo x Benefício considera o trade-off entre o custo e o benefício de adotar algo (Nova ferramenta, mudança em processos, ...).
Alguns dos benefícios a serem considerados:

  • Menor retrabalho;
  • Maior produtividade;
  • Menor custo;
  • Aumento de satisfação do cliente.

Os custos de todas as atividades relacionadas a adoção sendo considerada.
 

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A análise de processos segue os passos definidos no plano de melhorias dos processos.
Ela busca identificar as melhorias necessárias do ponto de vista organizacional e técnico através do exame de problemas e restrições sofridas e atividades sem valor agregado.
Usa a análise de causa-raiz para analisar um problema e determinar suas causas e criar ações preventivas para problemas semelhantes.
 

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A auditoria é uma análise estruturada e independente que busca identificar políticas, processos e procedimentos ineficientes e ineficazes em uso no projeto e não aderentes às políticas e procedimentos do projeto e da empresa.

Ela pode ser agendada ou aleatória. A aleatória tem a vantagem de contar com o fator surpresa que impede da área se preparar antecipadamente apresentando uma realidade que não condiz com o dia-a-dia.

Ela pode ser executada por auditores internos ou externos. O mais importante é não existir nenhum tipo de interesse pessoal do auditor na análise de modo a garantir independência e transparência na análise.
 

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Benchmarking é o processo de comparar os métodos de trabalho em relação às melhores práticas e resultados com o propósito de identificar mudanças que levem a resultados de melhor qualidade.
Os indicadores são a base do benchmarking e correspondem aos critérios que devem ser entendidos e interpretados de modo a refletir de forma fiel o processo a ser acompanhado.
Eles devem ser monitorados continuamente e sempre que houverem desvios em relação ao padrão, devem ser determinadas e priorizadas ações de melhoria ou solução de problemas.
Os participantes do benchmarking são os responsáveis pela gestão e principalmente os envolvidos no processo.
Tipos de Benchmarking:

  • Engenharia reversa: "Desmontar" um determinado produto para verificar como foi gerado.
  • Benchmarking competitivo: Monitoramos a concorrência e aprendemos com ela. Análise e comparação da concorrência.       
  • Benchmarking do processo: Busco os melhores de um determinado processo. Exemplo: Cobrança - Cartão de crédito.
  • Benchmarking estratégico: Desempenho global através de análise de estratégia de longo prazo e iniciativas de sucesso.
  • Benchmarking global: Soluções fora do seu mercado. Líderes mundiais em seus campos de atuação.


 

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O custo da qualidade é o custo total incorrido no investimento em prevenir não conformidade aos requisitos.

Custos de conformidade são os custos usados para prevenir a não conformidade, ou seja, o dinheiro gasto durante o projeto para evitar falhas. Entre eles:
Prevenção de custos (Fabricar um produto de qualidade)

  • Treinamento;
  • Documentar processos;
  • Equipamento;
  • Tempo para executar do modo correto.

Custos de avaliação (Avaliar a qualidade)

  • Testes;
  • Perda de teste destrutivo;
  • Inspeções.


Custos de não conformidade são considerados custos de baixa qualidade gerados por retrabalhos, ações corretivas, serviços adicionais, tratamento de reclamações, desgaste político, entre outros.
Eles são os custos gerados devido a falta de conformidade, ou seja, dinheiro gasto durante e após o projeto devido a falhas. Podem ser divididos em:
Custos de falhas internas (Falhas encontradas pelo projeto)

  • Retrabalho;
  • Descarte.

Custos de falhas externas (Falhas encontradas pelo cliente)

  • Responsabilidades;
  • Trabalho de garantia;
  • Perda de negócios.
     

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Diagrama de causa-efeito:

  • Usado na análise de Causa e Efeito ou na análise de Causa-Raiz;
  • Usa técnicas de diagrama para identificar as relações entre causa e efeito;
  • Também conhecido como diagrama de espinha de peixe ou diagrama de Ishikawa.

Análise de Causa e Efeito é composta de 6 Etapas:

  1. Identificar o problema;
  2. Selecionar equipe interdisciplinar baseado no conhecimento requerido para determinar as causas do problema;
  3. Desenhar a caixa do problema e a seta principal;
  4. Especificar as principais categorias (Básicas: Pessoal, Método, Material, Equipamento, Medidas e Ambiente);
  5. Identificar as causas relacionadas para cada categoria (Ordem aleatória, importância, sequencial);
  6. Identificar ações corretivas.

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Diagrama de dispersão:

  • Mostra o padrão da relação entre duas variáveis;
  • Permite identificar a relação entre as mudanças observadas em duas variáveis;
  • São traçadas as variáveis dependentes versus as variáveis independentes;
  • Quanto mais próximos os pontos estiverem da linha diagonal, mais próxima será a relação entre eles.

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Vilfredo Pareto foi um economista, filosofo e estudioso que observou que 80% das terras da Itália pertenciam a 20% da população. Joseph Juran, um dos papas da Qualidade, generalizou o princípio, afirmando que em muitas situações, 80% dos efeitos devem-se a 20% das causas.
O princípio 80/20 do Pareto é, na minha opinião, um dos princípios mais importante a ser adotado por todos.
Princípio 80/20: 80% dos problemas se devem a 20% das causas.
O principal motivo é o grande volume de trabalho que todos nós temos sem atuar onde realmente faremos a diferença.
Se trabalharmos de forma efetiva resolvendo os 20% das causas que originam 80% dos problemas, teremos muito mais tempo para trabalharmos de forma mais efetiva.

Análise de Pareto

  • Histograma ordenado por frequência de ocorrência;
  • Usada principalmente para identificar e avaliar não-conformidades;
  • Ajuda a identificar e priorizar áreas problemas;
  • Mostra quantos defeitos foram gerados por tipo ou categoria de causa identificada;
  • Lei de Pareto afirma poucas causas normalmente produzem a maioria dos problemas ou defeitos.

 

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Fluxograma:

  • Ajuda a analisar como os problemas ocorrem;
  • É a representação gráfica de um processo;
  • Mostram atividades, pontos de decisão e ordem de processamento;
  • Mostram como os diversos elementos do processo se inter-relacionam.

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Folha de verificação:

  • Proporciona método sistemático para coletar e mostrar dados;
  • Formulários desenhados para coletar dados;
  • Fáceis de entender e diretas ao ponto.

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Gráfico de controle:

  • Seu principal objetivo é determinar se um processo é ou não estável ou tem desempenho previsível;
  • Serve para mostrar quando um processo está sujeito a uma variação de causa especial que cria uma condição fora de controle;
  • Ilustra como um processo se comporta ao longo do tempo;
  • É a representação gráfica da interação de variáveis para determinar se estão dentro dos limites aceitáveis;
  • Quando um processo está dentro dos limites    aceitáveis, ele não precisa ser ajustado;
  • Quando um processo está fora dos limites aceitáveis, ele deve ser ajustado.

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Histograma:

  • Gráfico de barras que mostra a distribuição de variáveis;
  • Cada coluna representa um atributo ou característica;
  • A altura de cada coluna representa a frequência relativa do atributo ou característica;
  • Representação gráfica de dados como uma distribuição de frequências;
  • Avalia atributo (ok, falha) e variável (medidas);
  • Mostra situação atual dos dados acumulados;
  • Útil para entender frequência relativa (%), frequência (Qtd) e como os dados estão distribuídos.

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A inspeção é usada para manter os erros fora das mãos do cliente, enquanto, a prevenção é usada para manter os erros fora do processo.
O ideal é sempre atuarmos de forma preventiva, evitando os custos relacionados aos problemas identificados na inspeção.
Por isso, a "Qualidade deve ser planejada, não inspecionada."

A inspeção garante que as entregas estão conforme especificado.
Portanto, os produtos devem ser inspecionados antes da entrega ao cliente final determinando pela:

  • Entrega do produto;
  • Retrabalho ou
  • Descarte dos itens defeituosos.

Inspeções periódicas garantem que o processo está indo conforme planejado e revelam deficiências mais cedo.
Abaixo, algumas das atividades de inspeção:

  • Medir características físicas do produto
  • Examinar montagem dos produtos
  • Testar desempenho dos produtos
     

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Projeto de experimentos é um método estatístico que ajuda a identificar quais fatores podem influenciar variáveis específicas de um produto ou processo em desenvolvimento.
São muito usados em Projetos Industriais para otimizar processos e produtos.
Avaliam materiais com custos diferenciados para determinar sua melhor composição.
 

Saiba mais Gerenciamento da qualidade

Guia de Gerenciamento de Projetos

Metodologia PMO

Modelos/Templates e Ferramentas de Gerenciamento de Projetos

Artigos sobre qualidade

Bibliografia recomendada de gerenciamento da qualidade

  • PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE. Um Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK®). Pennsylvania: PMI, 2013.
  • ROSE, K.  Project Quality Management: Why, What and How. J. Ross Publishing, 2005.

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